FARID
FELIX
Fluminense de Miracema, de ascendência libanesa, nasceu
a 28 de agosto de 1910. Ele e seus 12 irmãos, ainda jovens,
deixaram a terra natal para tentarem a vida no Rio de Janeiro, conseguindo
Farid tornar-se funcionário público do Estado do Rio
de Janeiro, servindo na área da Educação. Prestou
serviços no Colégio Estadual Washington Luís,
depois Cenip e hoje D. Pedro II, até aposentar-se. Desde
cedo escreveu versos, remetendo sonetos para a revista Careta, conseguindo
publicação de alguns. No ano de 1961, pela Editora
Pongetti, lançou seu admirável livro de sonetos “Lua
do Meu Rio”, que ganhou uma 2ª edição em
1987, pela Editora Pirilampo. Em 1981 publicou o livro “Nós
e o Tempo”, com sonetos e alguns poemas de versos livres.
Sua obra recebeu elogios de grandes personalidades da literatura
brasileira. Ingressou na Academia Petropolitana de Letras no ano
de 1968, tomando posse a 9 de agosto como titular da cadeira,nº
8, patrono D. Pedro II; passou a Emérito em 1995 e retornou
ao quadro titular em 15 de julho de 2000. Integrou o quadro inicial
da Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni. Casou com Isaura
Averso Felix, dois filhos Sônia e Sérgio e três
netos Rodrigo, Leonardo e Diego. No ano de 1987, nas comemorações
do 65º aniversário da Academia, foi realizado concurso
de poesias sob patronímico de Farid Felix, feliz homenagem
ao grande acadêmico poeta. Era um homem de hábitos
simples, sereno, por vezes crítico, talentoso poeta. Faleceu
em 1º de fevereiro de 2004, aos 93 anos completos.
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